Quarta-feira, 13 de maio de 2026
APOIE
Menu

A comitiva presidencial de Gustavo Petro sofreu um atentado armado na última quarta-feira (24/08), afetando dois veículos oficiais. O mandatário se deslocava pela via que conecta Bucaramanga, capital do estado Santander, até a região El Tarra, na fronteira com a Venezuela.

O gabinete presidencial afirmou ter encontrado uma falsa blitz na rodovia, na região de San Pablo, e, ao atravessar o bloqueio, iniciaram os disparos. Dois veículos não conseguiram avançar e outro teve o pneu furado pelos disparos. Um dos seguranças da Unidade Nacional de Proteção ficou retido, mas acabou sendo liberado. Apesar dos ataques, ninguém saiu ferido. 

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

O governo não informou quais eram as autoridades que acompanhavam Petro na viagem pelo interior do país. O Ministério de Defesa irá conduzir as investigações sobre o caso. 

Mais lidas

“Isto é o que deve acabar no país. Sem mais violência. Ainda que somente coisas foram afetadas e se salvaram os seres humanos, o trabalho do governo seguirá empenhado em construir a paz”, disse o presidente Petro.

Carro do presidente recém empossado foi atacado com armas de fogo quando se dirigia à atividade na região fronteiriça com Venezuela

Reprodução/ @petrogustavo

Presidente Petro se deslocava pelo interior da Colômbia em agenda oficial, mas não foi ferido no ataque

A violência é um problema estrutural na Colômbia, país que vive 58 anos de conflito armado, centrado na disputa por território entre paramilitares, narcotráfico e grupos armados insurgentes. Durante a campanha eleitoral, tanto Petro como a atual vice-presidente Francia Márquez realizaram comícios com proteção e colete a prova de balas, devido a ameaças de morte. 

Somente neste ano foram registradas 68 chacinas em todo o território colombiano, segundo o Instituto de Desenvolvimento da Paz (Indepaz). 

Uma das principais promessas do novo governo é implementar a “paz total” no país, levando adiante novas mesas de negociação com as guerrilhas ativas e criando planos de segurança para combater o paramilitarismo e o tráfico de drogas.