Segunda-feira, 18 de maio de 2026
APOIE
Menu

A comissão investigadora sobre a apreensão e o ataque a um navio de ajuda humanitária turco que tentava furar um bloqueio à Faixa de Gaza em 31 de maio, absolveu neste domingo (23/01), por unanimidade, o governo israelense pelo ocorrido.

Segundo a chamada Comissão Turkel, responsável por analisar os aspectos jurídicos e cujo relatório formará o núcleo da defesa de Israel em na investigação da ONU, os passageiros foram os responsáveis pela violência e que, portanto, os direitos internacionais não foram desrespeitados.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Para eles, o bloqueio a Gaza é justificado pela ameaça de fornecimento de armas ao Hamas e aos esforços de Israel para manter suprimentos humanitários a palestinos comuns na região.

Leia mais:

Chanceler afirma que Israel não pedirá perdão à Turquia por ataque à flotilha

Nomeação de Uribe para investigação do caso da flotilha garante fracasso da iniciativa

Lideranças da comunidade judaica no Brasil apoiam ações militares de Israel

Ativista da frota de Gaza é presa pela segunda vez em protesto na Cisjordânia

Lula autoriza ajuda de R$ 25 milhões para reconstrução de Gaza Turquia se transforma na nova paixão dos palestinos

Carta da Flotilha da Liberdade, por Iara Lee 



“Mesmo que o bloqueio naval… tivesse sido considerado fora das exigências das leis internacionais, indivíduos ou grupos não têm o direito de tomar a lei em suas próprias mãos e quebrar o bloqueio”, diz o texto do relatório divulgado, referindo-se a ativistas pró-Palestina que estavam na flotilha. 

Mais lidas

Com isso, a Comissão Turkel inocentou o governo de Israel e apenas pediu que o país reveja a forma de  impor sanções aos líderes do Hamas, em Gaza, visando poupar os civis da região.

A comissão israelense foi criada por ordem do governo de Benjamin Netanyahu, que chamou testemunhas turcas a comparecer diante de especialistas, incluindo o capitão do Mavi Marmara e o líder da organização turca ONG IHH, embora nenhum deles tenha respondido ao convite.

Os dois observadores internacionais da comissão, o general Ken Watkin, de nacionalidade canadense, e David Trimble, da Irlanda do Norte, assinaram o relatório e garantiram “não terem dúvidas que a comissão é independente.

A Turquia, que perdeu nove cidadãos nos confrontos da embarcação Mavi Marmara ainda não se manifestou a respeito, mas deve rechaçar a decisão da comissão. Desde o ocorrido, as relações entre os dois países estão rompidas. Ancara exigiu desculpas formais e indenização para os mortos e feridos. Já Israel se negou a atender as exigências.

Siga o Opera Mundi no Twitter      

Conheça nossa página no Facebook

Comissão investigadora isenta governo israelense de culpa por ataque a comboio humanitário

NULL

NULL

NULL