Terça-feira, 19 de maio de 2026
APOIE
Menu

Os comerciantes varejistas de açúcar da Bolívia sairão nesta quinta-feira (10/02) às ruas de todo o país exigindo o fechamento da Emapa (Empresa de Apoio à Produção de Alimentos) e a venda livre do produto.

Eles pedirão, também, a fiscalização da companhia e a anulação da lei de luta contra o contrabando pela qual se pagaria 20% da carga confiscada para aqueles que fizerem denúncias.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

O governo, no entanto, já adiantou que a empresa continuará com suas atividades. “Vamos nos mobilizar para que o governo deixe de ser comerciante varejista”, declarou o secretário-geral da Conferência Nacional dos Sindicatos da Bolívia, Francisco Figueroa.

Leia mais:

Mais lidas

Bolivianos comemoram um ano do Estado Plurinacional

Bolívia diz que Argentina não deixará de comprar gás do país

Organização boliviana pede iniciativa para proteger migrantes na Argentina

Morales confirma que financiamento do Brasil permitirá construção de estrada na Bolívia 

Segundo ele, as manifestações acontecerão em todo o país e incluirão o bloqueio de rodovias. Profissionais de Cochabamba, Santa Cruz, La Paz e El Alto também irão fechar as portas de seus comércios como medida de protesto pela “concorrência desleal” que o governo faz por meio da Emapa.

O movimento, no entanto, não está unificado. A Confederação Sindical de Trabalhadores Associados, Artesãos, Comerciantes Varejistas e Vendedores da Bolívia afirmou que não apoiará as manifestações. O presidente da entidade, Bráulio Rocha, declarou que “a população está cansada de greves” e que seu setor não apoiará “aos grandes contrabandistas e especuladores”.

Comerciantes de algumas regiões de Cochabamba que também são contrários às medidas, já começaram a abrir suas lojas e estão negociando com o governo. “Chegamos a um bom acordo, vamos trabalhar e estamos tranquilos agora”, sustentou o dirigente dos vendedores de Lanza e Punata, Emilio Torrico.

Segundo Torrico, a partir de agora “não vamos tomar a Emapa como concorrente já que, no final das contas, nos deram via livre e temos preços estabelecidos em acordo”.

Siga o Opera Mundi no Twitter          

Conheça nossa página no Facebook

Comerciantes bolivianos prometem manifestações em todo país

NULL

NULL

NULL