Terça-feira, 5 de maio de 2026
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Os governos de Colômbia e Venezuela estão otimistas em relação ao encontro que será realizado nesta terça-feira  entre o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para discutir a crise diplomática bilateral.

Tanto Santos como Chávez têm afirmado que o objetivo final do encontro reestabelecer as relações diplomáticas, rompidas em 22 de julho, depois de a Colômbia ter acusado a Venezuela de colaborar para a presença de guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e do ELN (Exército de Libertação Nacional) em seu território.

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Na noite desta segunda-feira (9/8), a nova chanceler colombiana María Ángela Holguín afirmou a um porta-voz do governo brasileiro que o anúncio da normalização das relações diplomáticas deve ser feito em poucas horas, segundo a agência de notícias AFP.

O presidente colombiano, empossado no último sábado, disse esperar que a reunião consiga chegar “a conclusões que levem à normalização de relações entre os dois países”, segundo o jornal El Colombiano.

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Em Caracas, Chávez afirmou que espera “começar uma nova relação para bem de ambos países, pela paz, progresso e desenvolvimento”, segundo a Telesur.

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A reunião entre Chávez e Santos deve ter início às 12h30 (14h30 de Brasília), em Santa Marta, na Quinta San Pedro Alejandrino.

Entrevistado pela BBC, uma fonte do ministério das Relações Exteriores da Venezuela disse que um dos temas que serão abordados por Santos e Chávez é o controle fronteiriço.

“A fronteira é o ponto fundamental e queremos discutir esse aspecto de maneira integral, pensando na segurança, no desenvolvimento social e econômico da fronteira”, afirmou o assessor da chancelaria venezuelana.

“[O ex-presidente Álvaro] Uribe não queria cooperação na fronteira. Se avançarmos nisso, será muito positivo”, completou.

Venezuela e Colômbia compartilham mais de dois quilômetros de fronteira.

Mediação



Em seu primeiro dia de trabalho como presidente, Santos se reuniu com o secretário-geral da Unasul, o ex-presidente da Argentina Néstor Kirchner, e a nova chanceler colombiana.

Kirchner continua na Colômbia e deve participar da reunião entre Chávez e Santos, segundo a agência argentina Télam.

Ontem, o chanceler argentino, Héctor Timerman, disse que a “vocação muito grande” de diálogo dos governos de Colômbia e Venezuela ao referir-se à reunião.

“Vimos uma vocação muito grande entre ambos os governos” de aceitar a proposta de diálogo da Unasul, afirmou Timerman, em conversa com a Rádio das Mães da Praça de Maio.

“Esperamos que seja iniciado o caminho para a solução do conflito na fronteira”, completou.

Na segunda-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse estar otimista em relação à normalização da relação diplomática.

“Desejo sorte na reunião de Santos e Chávez que Deus o abençoe e que consiga a paz de que a Colômbia precisa”, afirmou Lula. “Tanto a Colômbia quanto a Venezuela precisam cuidar de restabelecer a harmonia entre os dois Estados. É isto que precisa ser feito em um primeiro momento”.

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Colômbia e Venezuela veem com otimismo encontro entre Santos e Chávez

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