Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O presidente do Peru, Pedro Castillo, compareceu nesta quinta-feira (04/08) à Procuradoria Geral da Nação e negou “qualquer tentativa de obstruir a Justiça”, afirmando cooperar “com quaisquer investigações que possam ser necessárias”.

Castillo esteve presente no interrogatório sobre suposta interferência no processo de promoção de oficiais das Forças Armadas e da Polícia Nacional peruana.

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“Nego qualquer intenção de obstruir a Justiça. Pelo contrário, me reafirmo em colaborar sempre com as investigações necessários”, disse.

De acordo com a denúncia aberta no Ministério Público, dirigida pela procuradora Patricia Benavides, o chefe do Executivo é acusado de promover irregularmente dois oficiais do Exército, três da Aeronáutica e dois da policia.

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Por sua vez, Castillo afirmou por meio das redes sociais que “não faz parte de nenhuma rede criminosa” e que “vai provar sua inocência em qualquer espaço”.

Acusações do Ministério Público falam em 'promoção irregular' de oficiais; presidente disse que 'vai provar sua inocência em qualquer espaço'

Ministerio Público/Peru

Chefe do Executivo é acusado de promover irregularmente oficiais do Exército, da Aeronáutica e da Polícia Nacional

“Apoio meus advogados de defesa [Benji Espinoza e Eduardo Pachas] quanto ao fato de que tenho o direito de testemunhar no Palácio do Governo, porém, pedi que me acompanhassem ao Ministério Público para defender minha inocência e colaborar sempre com a Justiça”, afirmou Castillo por meio das redes sociais.

O Congresso peruano aprovou em 15 de julho um relatório que recomendava acusar constitucionalmente o presidente por liderar uma suposta organização criminosa, composta por funcionários públicos e indivíduos do Ministério dos Transportes e Comunicações.

Além disso, o relatório apontava que Castillo teria concedido contratos em troca de benefícios econômicos, mencionando, ainda sem prova, atos de corrupção do presidente peruano no projeto Puente Tarata, nas promoções militares de 2021 e pela descoberta de 20 mil dólares no gabinete do ex-secretário da Presidência, Bruno Pacheco.

(*) Com Telesur.