Domingo, 10 de maio de 2026
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Na terça-feira (23/09), a China pediu à Rússia e aos Estados Unidos que levem a questão do desarmamento nuclear a sério e com responsabilidade, depois que o presidente russo, Vladimir Putin, propôs a Washington que estendessem o atual tratado sobre o assunto entre os dois países.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, disse: “Como os dois países com os maiores arsenais nucleares, os Estados Unidos e a Rússia devem assumir seriamente sua responsabilidade especial e primária no desarmamento nuclear”.

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O diplomata chinês também elogiou a “atitude positiva” de Moscou em relação à questão nuclear.

Na segunda-feira (22/09), o presidente Vladimir Putin anunciou que a Rússia está disposta a continuar cumprindo as restrições do Novo Tratado START (START III) por um ano após o acordo expirar em 5 de fevereiro de 2026.

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Putin esclareceu que essa medida “só será viável na condição de que os EUA ajam de maneira semelhante e não tomem medidas que minem ou destruam a atual equivalência de potenciais de dissuasão”.

Em sua opinião, a iniciativa russa pode contribuir para criar um clima favorável à retomada do diálogo estratégico com Washington, que está paralisado há anos.

O Tratado START III, assinado em Praga em 2010, limita os arsenais estratégicos da Rússia e dos EUA a um máximo de 700 mísseis implantados, 1.550 ogivas nucleares e 800 lançadores implantados e de reserva.

Moscou afirmou repetidamente nos últimos meses que o tempo está se esgotando para renovar o START III, que limita o número de armas nucleares estratégicas.