Domingo, 14 de junho de 2026
APOIE
Menu

A Câmara dos Deputados do Chile aprovou um projeto de lei que busca adiantar o início da vigência do Sistema de Proteção ao Consumidor ante a Variação do Preço de Combustíveis (Sipco). O texto teve 70 votos a favor, 14 contra e 12 abstenções.

O ministro da Fazenda, Felipe Larraín, mostrou-se satisfeito com o resultado. Ele declarou que espera que a iniciativa, que tramita em caráter de urgência, seja aprovada hoje pelo Senado, de forma que na quinta-feira já entre em vigência para atenuar a alta projetada no preço do petróleo.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Leia mais:

Piñera cumpre um ano de mandato marcado por terremoto, tsunami e ambição de forjar 'nova direita'

'Direita aprendeu a governar, mas esquerda patina na oposição', diz sociólogo chileno

Um ano depois, sobreviventes do tsunami no Chile esperam por ajuda em favelas

Mais lidas

Galeria de imagens: no primeiro aniversário do terremoto no Chile, ainda há muita destruição 

Larraín pediu ao Senado “que tivesse a mesma disposição que tivemos na Câmara, porque se for despachado amanhã [hoje] podemos, na quinta-feira, evitar a alta do preço dos combustíveis”.

O ministro ainda agradeceu “o espírito que temos visto nos parlamentares da coalizão governista, e também em muitos legisladores da oposição que apoiaram este projeto”.

Segundo Larraín, a iniciativa significa para o fisco um custo de 36 milhões de dólares por conta da menor arrecadação.

Ele ressaltou que, “mais que um ponto político, queremos deixar claro que o governo tem atuado com agilidade para apoiar a todos os chilenos”. O ministro acrescentou que o interesse “é proteger os consumidores”.

A gasolina, caso não fosse aplicado o sistema de proteção ao contribuinte, chegaria na quinta-feira a 1,7 de dólares por litro.

Em janeiro, moradores do Estreito de Magalhães protestaram contra a alta no preço dos combustíveis na região. Mais de 20 mil pessoas chegaram a seu reunir em manifestações.

Siga o Opera Mundi no Twitter  

Conheça nossa página no Facebook 
 

Chile toma medidas para conter alta do petróleo

NULL

NULL

NULL