Segunda-feira, 11 de maio de 2026
APOIE
Menu

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, e a chanceler alemã, Angela Merkel, assinaram nesta quarta-feira (22/10) um acordo de cooperação científica que possibilita a criação do primeiro centro latino-americano do Instituto Fraunhofer.

  

Piñera, que realiza desde a última semana um tour por capitais europeias e que chegou ontem a Berlim, disse que tal convênio significa “uma importante colaboração nas áreas de ciência, tecnologia, agricultura, educação e energia”.

Leia mais:

Obama promete expandir laços com a América Latina na segunda metade de seu mandato

Ministro chileno inicia fechamento definitivo da mina San José

Presidente do Chile defende 'integração' do país com Europa

  

“A Alemanha e o Chile vão escrever as páginas mais fecundas e frutíferas de sua história a partir de agora, porque o futuro é o que realmente nos compromete”, declarou o líder sul-americano, após uma reunião com Merkel na sede do governo alemão.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Piñera ainda presenteou a chanceler com uma pedra da mina San José, onde 33 mineiros permaneceram presos por 69 dias e foram resgatados com vida após uma grande operação das autoridades de sua nação. O mesmo tipo de lembrança foi entregue a outras personalidades que receberam o presidente chileno.

  

Merkel, por sua vez, ofereceu a ele um agasalho do Bayern de Munique com o número 33, do jogador Mario Gomez, em uma curiosa coincidência numérica e de nome, já que o atleta é homônimo a um dos trabalhadores que ficaram bloqueados a 700 metros de profundidade com o deslizamento de terra registrado em 5 de agosto.

  

A representante da Alemanha também cumprimentou o Chile pelas tarefas que retiraram com vida os 32 chilenos e um boliviano, considerando-as uma “vitória da humanidade”. “Daqui, acompanhamos o resgate com ânimo. Nosso coração e nossa mente estavam com eles”, declarou.

  

Depois, Piñera esteve na Câmara Baixa do Parlamento, fez uma visita à prefeitura de Berlim onde se encontrou com o prefeito-governador da capital e cidade-estado, Klaus Wowereit, e foi ainda recebido pelo chefe de Estado, Christian Wulff, na sede da presidência.

  

Ao fazer um balanço de seu giro que incluiu Grã-Bretanha e França e que será encerrado amanhã, Piñera afirmou ter ido aos “países muito importantes na Europa”.

  

Segundo ele, durante as reuniões com os políticos locais, discutiu-se sobre “como acelerar e aprofundar a integração do Chile com a União Europeia e como aproveitar o avanço científico e tecnológico da Europa para desenvolver novas indústrias e novas fontes de energia no Chile”.

  

“Compartilhamos o mais importante que são os valores: o valor da democracia, o valor da economia social do mercado, o valor de uma sociedade mais justa e com maior igualdade de oportunidades”, concluiu.

  

O chefe de Governo chileno iniciou sua viagem logo após o término das operações de resgate dos operários da mina localizada em Copiapó, norte do país. As equipes trabalharam por cerca de 24 horas em uma atividade que terminou na madrugada do último dia 14. A viagem pela Europa foi programada antes do ocorrido.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

Mais lidas

Chile e Alemanha assinam acordo de cooperação científica

NULL

NULL

NULL