Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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A ministra de Trabalho e Previdência Social do Chile, Camila Merino, afirmou que cerca de 400 pessoas morrem em acidentes trabalhistas por ano no país, ao anunciar medidas para melhorar a situação depois do deslizamento de terra em uma mina que deixou 33 homens bloqueados por 69 dias.

   

“O presidente [Sebastián Piñera] disse que nosso grande objetivo é reduzir esta taxa de mortalidade. Hoje, lamentamos 400 mortes ao ano por acidentes de trabalho. O número dos casos baixou, mas estão mais graves” declarou Merino à radio Agricultura.

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A taxa de acidentes no Chile é de 5,3%, abaixo da que era no início da década, de 7,6%. No entanto, as mortes geradas por essas situações subiram 19% desde 2004.

   

“Nosso enfoque é como vemos a segurança no Chile. Os acidentes hoje estão mais graves. A taxa de mortalidade se manteve nos últimos anos, mas ainda está muito acima dos países desenvolvidos”, explicou a ministra.

   

Logo após o resgate dos mineiros, no dia 12, Piñera anunciou que faria melhorias no setor laboral. Os 33 trabalhadores ficaram presos a cerca de 700 metros de profundidade, e seu salvamento foi feito em uma operação sem precedentes na história, e que ganhou destaque mundial.

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Chile: acidentes de trabalham causam mais de 400 mortes por ano

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