Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta quarta-feira (18/8) que “o país exige respeito” diante do que chamou de “pornografia” da imprensa privada, depois que um tribunal ordenoua proibição da publicação de fotos de violência ou de sangue.

Durante um conselho de ministros, Chávez mostrou a primeira página do jornal estatal El Correo del Orinoco, que publicou informações referente aos protestos dos médicos que trabalham no necrotério de Caracas diante da publicação em dois jornais privados de uma foto de cadáveres em uma de suas salas.

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“O país pede respeito”, disse o presidente, em apoio às queixas dos funcionários do Necrotério de Bello Monte, o único de Caracas. O órgão concentrou a opinião pública colombiana desde a sexta-feira passada, quando o jornal El Nacional publicou a foto.

A fotografia, que mostra corpos seminus ou totalmente nus, ensanguentados e amontoados nas mesas do necrotério, foi publicada na sexta-feira pelo El Nacional e na segunda-feira pelo Tal Cual, ambos muito críticos ao governo.

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Hoje, um tribunal de Caracas proibiu os dois jornais de publicarem fotos de violência ou de eventos sangrentos e ordenou que todos os demais mídia de comunicação do país parem de reproduzir imagens desse tipo. A medida valerá durante um mês, tempo durante o qual o tribunal investigará uma denúncia contra o El Nacional e o Tal Cual apresentada pela Defensoria Pública, que alegou que a publicação da foto do necrotério afetava crianças e adolescentes.

A ONG Repórteres Sem Fronteiras chamou a proibição de “ampla e imprecisa demais” e demonstrou inquietação diante da possibilidade de a norma levar a censura ou a uma autocensura.



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Chávez exige que imprensa respeite sociedade venezuelana

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