Domingo, 17 de maio de 2026
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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou na terça-feira (4/1) que entendeu como uma “retificação” o anúncio de que os Estados Unidos nomearão outro embaixador para Caracas, desistindo do nome de Larry Palmer. Chávez fez a afirmação ao comentar o breve diálogo que teve no sábado com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, durante a posse de Dilma Rousseff em Brasília.

“Eu tenho de reconhecer, por exemplo, a retificação que fez, pelo menos até agora é a nossa leitura, o governo dos EUA” ao anunciar que “retiram a postulação de Palmer”, disse Chávez.

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Pensar que a decisão americana de nomear outro diplomata como embaixador na Venezuela “é um sinal de fraqueza seria muito ingênuo ou pretensioso da parte do governo revolucionário”, acrescentou.

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Chávez rejeitou Palmer depois que o diplomata afirmou, na sabatina do Senado dos EUA, que o moral dos militares venezuelanos é baixo e que seria necessário investigar a suposta presença das guerrilhas colombianas FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e ELN (Exército de Libertação Nacional) no país vizinho. Como retaliação, os EUA cancelaram o visto do embaixador venezuelano em Washington.

Oliver Stone ou Sean Penn

Na segunda-feira, Washington deixou aberta a possibilidade de nomear outro embaixador para a Venezuela, já que a indicação de Palmer expirou.

“Teremos que voltar a nomear um candidato a embaixador” na Venezuela, disse na segunda-feira o porta-voz do Departamento de Estado, Philip Crowley.

Ao descrever seu “fortuito” e “amável” encontro com Hillary, o líder venezuelano brincou, dizendo esperar que Washington nomeie como seu representante em Caracas o cineasta Oliver Stone ou o ator Sean Penn, que visitaram a Venezuela em várias ocasiões para conhecer os avanços da “revolução” bolivariana.





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Chávez elogia anúncio de que EUA vão nomear outro embaixador na Venezuela

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