Domingo, 10 de maio de 2026
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O tema moeda comum continuará na pauta do governo brasileiro, e não só no caso de uma iniciativa envolvendo Brasil e Argentina, como ficou 

O chanceler russo, Sergei Lavrov se referiu nesta quarta-feira (25/01) à criação de uma moeda comum dos Brics [comunidade multipolar conformada por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, cujo nome usa as iniciais dos cinco membros em inglês].

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Em coletiva realizada durante uma visita à Angola, o diplomata assegurou que o tema será pauta na próxima cúpula da entidade, que acontecerá este ano na África do Sul – que deve acontecer em agosto, embora ainda não exista uma confirmação das autoridades sul-africanas sobre a cidade sede do evento.

“Esta questão [da moeda comum] será definitivamente discutida na próxima cúpula [dos Brics]”, confirmou o chanceler, que deu a entender, segundo a Sputnik News, que o presidente do seu país, Vladimir Putin, prioriza temas relativos a impulsionar novos sistemas de pagamento alternativos ao dólar.

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O Brasil seria, portanto, parte dessa discussão, o que poderia ser o segundo projeto do gênero que o país trabalharia simultaneamente, caso exista uma decisão a respeito.

Na segunda-feira (23/01), dia anterior à cúpula da Comunidade dos Estados Latino Americanos e Caribenhos (Celac), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, conversaram as autoridades argentinas sobre a criação de uma moeda única entre os países do Mercosul.

“Se dependesse de mim, a gente teria comércio exterior sempre na moeda de outros países, para não depender do dólar. Por que não criar uma moeda comum entre os países do Mercosul ou com os países do Brics?”, indagou Lula.