Segunda-feira, 18 de maio de 2026
APOIE
Menu

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Héctor Timerman, elogiou a decisão do governo brasileiro de impedir a parada estratégica, no Porto do Rio de Janeiro, de dois navios de bandeira inglesa que seguiam para as Ilhas Malvinas. Timerman a classificou de  “gesto que demonstra a aliança estratégica e de fraternidade” com a Argentina.

“Este movimento mostra a nossa estreita relação. É parte desta relação de construção que fizemos, uma aliança estratégica e de fraternidade, demonstrada não só por intermédio do comércio, mas do econhecimento da soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas”, afirmou o ministro.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Leia mais:

Política externa será orientada em defesa dos direitos nacionais e do diálogo, diz Patriota

Amorim deixa cargo com sensação de dever cumprido e faz balanço da política externa do governo Lula

Amorim: decisão sobre Battisti não prejudicará relação com a Itália

Amorim recebe prêmio '100 pensadores globais' de revista nos EUA

Discípulo de Amorim, Patriota é confirmado por Dilma no Itamaraty

Mais lidas

O Itamaraty confirmou que os navios Clyde e Glowcester não receberam autorização para uma “visita operativa”, que é conhecida como parada obrigatória, no final de dezembro de 2010. A rejeição ao pedido se baseou em um acordo que o Brasil mantém com a Argentina que proíbe o apoio a embarcações e aeronaves oriundas do Reino Unido, que se destinam à exploração de bens naturais nas Ilhas Malvinas.

Em 3 de agosto de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma declaração ao lado da presidente da Argentina, Cristina Kirchner, em que o Brasil se compromete a reconhecer que não só as Ilhas Malvinas, mas também Geórgia do Sul e Sandwich do Sul pertencem aos argentinos.

Desde o século 19, a Argentina e a Inglaterra disputam o controle sobre as Ilhas Malvinas, que estão sob comando inglês desde 1833. Em 1982, houve a Guerra das Malvinas, quando, pelos dados oficiais, morreram 649 soldados argentinos, 255 ingleses, além de moradores das ilhas. Os argentinos saíram derrotados.

A presidenta Dilma Rousseff escolheu a Argentina como primeiro país a ser visitado. Ela irá a Buenos Aires no próximo dia 31 e no dia 1º de fevereiro a Montevidéu, no Uruguai.

Siga o Opera Mundi no Twitter   

Conheça nossa página no Facebook
  

Chanceler argentino classifica relação com o Brasil de aliança estratégica

NULL

NULL

NULL