Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O veículo Al Jazeera recebeu resultados do inquérito de uma comissão da ONU que concluiu que a jornalista Shireen Abu Akleh morreu sob “força letal sem justificativa”, 

“Com base nas descobertas, nosso veículo exige que sejam tomadas medidas rápidas para garantir justiça a ela e, também, responsabilizar os seus assassinos”, disse o Al Jazeera em comunicado.

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Com o inquérito em mãos, o meio de comunicação fez uma nova solicitação a Karim Khan, procurador do Tribunal Penal Internacional, para iniciar imediatamente uma investigação sobre o assassinato.

Em maio de 2022, a jornalista Abu Akleh foi baleada na cabeça durante uma ocupação militar no campo de refugiados, em Jenin, na Cisjordânia ocupada.

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Na ocasião, ela usava um colete de imprensa e estava ao lado de outros colegas quando foi morta. Nas horas seguintes ao assassinato, o governo de Israel chegou a insinuar publicamente que ela poderia ter sido morta por “palestinos armados”.

No entanto, quatro meses depois, o país falou da “possibilidade” de que o tiro tenha partido de seu Exército. Israel pediu “desculpas” pela morte de Abu Akleh, mas não admitiu responsabilidade do assassinato.

(*) Com Al Jazeera