Sexta-feira, 19 de junho de 2026
APOIE
Menu

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta terça-feira (22/03) que a posição do governo brasileiro sobre a situação da Líbia, manifestada em nota divulgada ontem, pelo Itamaraty, é “uma postura correta, coerente e soberana, dentro dos princípios históricos que orientam as relações internacionais do país”. Para ele, esse posicionamento não interfere nas relações diplomáticas do Brasil com os países que lideraram as operações de ataque ao governo líbio.

Para o ministro da Justiça, “o pressuposto das relações internacionais aponta na direção do respeito à soberania dos demais, por isso o Brasil não é afetado por posturas diferentes da sua num quadro como este”.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Siga!
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize!

Leia mais:

Governo brasileiro pede cessar-fogo na Líbia

Esquerda latino-americana condena intervenção militar na Líbia

Coalizão internacional volta a bombardear Líbia e Kadafi promete reagir se oposição avançar 

França admite que coalizão avança na Líbia sem comando integrado

Operações na Líbia geram impasse e adiam decisão na OTAN

Liga Árabe diz que proteção de civis líbios não requer operação militar

Governo da Líbia anuncia que armará a população para a defesa do país

O direito de ir à guerra

Líbia: hipocrisia, dupla moral, dois pesos e duas medidas

O
destino das revoltas árabes está no reino do petróleo
 

Conselho de Segurança da ONU aprova zona de
exclusão aérea na Líbia
 

Cardozo comentou que a aspiração do Brasil por um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) “não motivaria uma posição diferente da que tomou ao defender o cessar-fogo [na Líbia]. Todos, hoje, reconhecem a importância de qualquer país assumir um posto dessa envergadura, mas o Brasil não colocaria seus princípios sob negociação para ser beneficiado no seu desejo de participar do conselho como membro com direito a voto”, disse.

Mais lidas

Na nota divulgada ontem pelo Itamaraty, o governo brasileiro manifestou formalmente a expectativa de um cessar-fogo efetivo na Líbia, com o fim dos ataques aéreos e das hostilidades entre grupos rivais no país. O Ministério das Relações Exteriores defendeu o fim dos ataques e destacou a necessidade de garantir a proteção da população civil e de buscar a paz e o diálogo, evitando o acirramento do conflito entre partidários e opositores do regime do ditador Muamar Kadafi.

Siga o Opera Mundi no Twitter 

Conheça nossa página no Facebook 

Cardozo diz que postura do Brasil em relação à Líbia é soberana

NULL

NULL

NULL