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O primeiro grupo de 11 ciganos búlgaros, entre eles cinco menores de idade, que deixaram a França nesta quarta-feira, chegaram hoje (26/8) à cidade de Varna, cidade litorânea do país balcânico, em voo de Sófia, onde passaram a noite.

O grupo tem os primeiros de 41 cidadãos do país balcânico que a França se propôs a repatriar, entre os 700 ciganos, confirmaram à agência Efe fontes oficiais.

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A rádio Focus comentou que os ciganos se mostraram, em geral, reticentes a falar sobre as das razões pelas quais, oficialmente de forma voluntária, abandonaram a França.

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Durante a recepção aos recém chegados, com forte presença da imprensa, não faltaram momentos de tensão, já que nem todos aceitam ser filmados ou fotografados, e às vezes reagem com certa violência.

A exceção foi Sevdalina Aleksieva, que declarou aos vários jornalistas presentes no aeroporto que voltou à Bulgária junto com seus três filhos de forma voluntária.

“Trabalhava lá nos serviços de limpeza em um restaurante. Ganhava pelo menos dois mil euros por mês e criava sozinha meus três filhos, que frequentavam uma escola local. E eu estudava francês em uma escola da igreja. A igreja me ajudava quando meus filhos estavam doentes”, relatou.

“O único problema era o fato de eu não ter contrato de trabalho nem pagar seguros sociais”, acrescentou.

Sevdalina, que nasceu em Varna, explicou que, com os 600 euros que recebeu do governo francês para aceitar voltar a seu país (300 por adulto e 100 por cada filho), vai viajar de férias para a praia.

“Depois verei como ficarão as coisas por aqui. Se não me sentir feliz, voltarei ao exterior”, afirmou.

Grupos locais de defesa da minoria étnica advertiram que os ciganos repatriados vão ter vida difícil, marcada por pobreza e discriminação social.

Segundo o censo de 2001, havia cerca de 370 mil ciganos búlgaros, embora algumas ONGs acreditem que haja pelo menos 800 mil, cerca de 10% da população total do país.

Grande parte dos ciganos vive em condições miseráveis nos subúrbios das principais cidades, como Sófia, Plovdiv e Varna.

Segundo estimativas das autoridades búlgaras, dos 30 mil cidadãos do país que vivem na França, entre dois mil e três mil são ciganos.

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Bulgária recebe 11 ciganos búlgaros que deixaram a França

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