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O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, manifestou nesta quarta-feira (26/01) que o Brasil, durante o mandato da presidente Dilma Rousseff, continuará buscando “alternativas diplomáticas” para as controvérsias internacionais relacionadas ao Irã, a fim de “construir confiança” em meio à polêmica referente ao programa nuclear da República Islâmica.

“A política externa do Brasil não muda radicalmente”, declarou o chanceler aos jornalistas, ao término de uma visita oficial a Bruxelas.

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A política externa do Brasil, sobretudo para com o Irã e o Haiti, foi um dos principais assuntos abordados durante suas reuniões com o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e a alta representante de Política Externa e de Segurança Comum, Catherine Ashton.

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Patriota indicou que o compromisso do Brasil em 2010, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, era buscar alternativas diplomáticas e de construção de confiança para um assunto que está na pauta do dia do Conselho de Segurança da ONU, em referência à questão nuclear no Irã.

O ministro assinalou que o Brasil “é um país que se identifica com a busca de soluções diplomáticas” e que pretende promover “mecanismos de cooperação mais democráticos, mais representativos”, em nível internacional, e tentar solucionar tensões pela via diplomática.

Patriota manifestou, além disso, que continuará sendo uma prioridade para o Brasil a construção de uma zona sul-americana de paz e cooperação, mas sem deixar de lado outros parceiros mundiais, como “União Europeia (UE), Estados Unidos e Japão”.

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Brasil garanteque continuará busca de "alternativas diplomáticas" para o Irã

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