Brasil e Nicarágua negociam para ampliar relações econômicas
Brasil e Nicarágua negociam para ampliar relações econômicas
A visita ao Brasil do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, vai servir para ampliar relações comerciais entre os dois países. A agenda de Ortega com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é intensa. A ideia é fechar parcerias para o desenvolvimento de projetos de infraestrutura nicaraguenses, programas de cooperação técnica na área social e acordos para estimular o comércio e os investimentos.
De janeiro a junho deste ano, o fluxo comercial entre Brasil e Nicarágua somou 26,5 milhões de dólares, com crescimento superior a 50% em relação a igual período de 2009. Uma das propostas é negociar uma parceria também entre a Nicarágua e o Mercosul, uma vez que o Brasil assume a partir deste semestre a presidência temporária do bloco.
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Recentemente o Brasil colaborou com a Nicarágua ao autorizar o financiamento de 342 milhões de dólares, via BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social), para as obras da Usina Hidrelétrica de Tumarín – que deve atender aproximadamente 27% da demanda de energia elétrica do país.
Desde 2009, há uma parceria entre os dois países, via ABC (Agência Brasileira de Cooperação), para elaborar projetos nas áreas de turismo, segurança pública e gerenciamento de águas pluviais e residuais. A cooperação prestada pelo Brasil à Nicarágua abrange também iniciativas sobre meio ambiente, agricultura e segurança alimentar, saúde, saneamento básico e energia.
Do Brasil, a Nicarágua compra basicamente café solúvel, terminais portáteis de telefonia celular, sementes forrageiras, móveis de madeira, folhas e tiras de alumínio e papel fibra. Já os brasileiros compram da Nicarágua, camisas de algodão, desperdícios e resíduos de alumínio, charutos e cigarrilhas, além de fibras sintéticas.
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