Terça-feira, 12 de maio de 2026
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Combater o crime organizado na América do Sul deve ser uma responsabilidade compartilhada. Representantes do UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime para o Brasil e o Cone Sul), policiais federais, integrantes do poder Judiciário e do Ministério Público, diplomatas e autoridades dos órgãos centrais em matéria de cooperação jurídica internacional da Bolívia e do Brasil abriram nesta nesta semana o 3º Seminário Internacional sobre Repressão ao Crime Organizado – Cooperação Bilateral em Matéria Criminal Brasil – Bolívia.

No discurso de abertura, o representante do UNODC para o Brasil e o Cone Sul, Bo Mathiasen, ressaltou a importância da confiança e do empenho de cada pessoa para combater o crime organizado nos dois países. “A base da cooperação para combater o crime organizado está na construção da confiança mútua que permita o trabalho conjunto; no compartilhamento de experiências entre os países e na discussão aprofundada do uso de técnicas investigativas com todos os atores envolvidos no sistema de investigação e de justiça criminal”, disse o representante do UNODC, e acrescentou “Muitas vezes, a efetividade das legislações e dos instrumentos multilaterais depende, acima de tudo, daqueles que interpretam e aplicam a lei no dia-a-dia”.

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O diretor de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Roberto Troncon, ressaltou que a Bolívia é um parceiro estratégico do Brasil para o combate ao crime organizado na região. “A Bolívia, como os outros países da América do Sul, é um parceiro estratégico. Pois somos nós, na América do Sul, aqueles que vivenciamos os problemas da região. Não há mercado sem consumo. Por isso, a responsabilidade deve ser conjunta. Defendemos a responsabilidade compartida, compartilhada e, nesse sentido, nós, os países da América do Sul, somos os maiores interessados”, disse.

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O seminário é fruto de uma parceria entre o UNODC e a Polícia Federal do Brasil e se realiza até dia 29 em Brasília. O encontro tem como objetivos aprofundar o processo de cooperação entre a Bolívia e o Brasil por meio do intercâmbio de experiências e de informação e estabelecer propostas de agilização e eficácia no combate ao crime organizado.

Como guardião da Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional, o UNODC tem a atribuição de auxiliar os países-membros no constante aprimoramento de suas legislações nacionais sobre o tema e de promover o intercambio de boas práticas entre os países, por meio da cooperação internacional.

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Brasil e Bolívia discutem cooperação bilateral em matéria criminal

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