Sábado, 9 de maio de 2026
APOIE
Menu

O governo e empresários brasileiros estão em Washington nesta semana para firmar parcerias com empresas e universidades norte-americanas em busca de inovações tecnológicas. Para isso, no primeiro dia da 2ª Conferência de Inovação Tecnológica Brasil-EUA, os brasileiros fizeram questão de transmitir o bom momento por que passa o país, não apenas na área econômica mas também em outros setores.

O Judiciário brasileiro foi colocado como uma das garantias essenciais para os investidores. A ministra do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie, explicou que é preciso dar garantia jurídica para que os contratos sejam respeitados e, além disso, dar rapidez às decisões que dependam da Justiça. “No mundo dos negócios, tempo é dinheiro”, concluiu.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Mas para que as parcerias deem certo, o presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Reginaldo Arcuri, prevê que é preciso ir além das garantias atuais. Segundo Arcuri, a Justiça brasileira precisa continuar evoluindo para acompanhar as inovações, assegurando transparência e o cumprimento do direito de propriedade intelectual. “É preciso ver o direito como uma plataforma de desenvolvimento e não como uma dificuldade na inovação”, conclui.


Leia mais:

Políticos da França declaram apoio a candidatos à presidência do Brasil

Reportagem especial: O que é o Foro de São Paulo

A Europa vai às ruas

A atualidade da Cepal nos tempos de crise



Durante um debate, promovido na Escola de Direito da Universidade de Georgetown, os norte-americanos mostraram ter conhecimento do ambiente favorável que o país criou nos últimos anos. O presidente da ABDI acredita que esse tipo de visão sobre o país tem efeitos positivos. Principalmente, na criação de produtos, onde vê um mercado promissor. “Uma boa parte dos produtos que estarão no nosso cotidiano em dez, 15 anos, sequer foi inventada ainda”, afirma.

Empresas brasileiras já têm conseguido desenvolver em conjunto com os norte-americanos projetos nas áreas de tecnologia de informação e energia. E, com isso, atraído investimentos para o setor. Para o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, é o momento oportuno para dar mais opções a quem quiser investir no país.

Mais lidas

Para Barral, os norte-americanos têm mais experiência e um sistema de financiamento maior – o que o Brasil precisa desenvolver melhor. Mas ele acredita que os investidores estão começando a perceber o novo espaço para o setor no país. “É importante notar que o grande crescimento da economia e da indústria este ano – muito maior do que a dos Estados Unidos, em termos percentuais – têm atraído o interesse sobre o Brasil”, afirma.

Uma das áreas que o Brasil quer conquistar no mercado e busca parceiros é a de inovação em biotecnologia. Para isso, o presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, Jorge Ávila, afirma que o Conselho Nacional de Desenvolvimento de Biotecnologia tem estudado como aperfeiçoar o ambiente de negócios para atrair empresas e centros de pesquisa interessados em investir em projetos desse tipo.

Siga o Opera Mundi no Twitter

Brasil busca parcerias na área de inovação tecnologia com os Estados Unidos

NULL

NULL

NULL