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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (10/8) o decreto de adesão às sanções impostas ao Irã pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, após participar de reunião ministerial no CCBB.

Amorim enfatizou que o governo não concorda com as sanções impostas ao Irã, mas segue as regras internacionais. Para o ministro, as sanções são inoportunas e contraproducentes.

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“O presidente Lula assinou o decreto porque o Brasil tem a tradição de cumprir com as resoluções do Conselho de Segurança, mesmo quando não concorda com elas, por ser fiel ao multilateralismo e ser contra decisões unilaterais”. Amorim criticou sanções unilaterais impostas ao Irã pelos Estados Unidos e a União Europeia.

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O ministro disse que o governo brasileiro não acredita que o isolamento do Irã “contribua para a solução pacífica da questão”. “O isolamento, em geral, contribui para mais radicalismo, apenas atinge os mais pobres e vulneráveis, como vimos no Iraque. Essas sanções que dificultam o comércio, tornam o país mais dependente de um outro em vez de permitir um contato mais diversificado”, enfatizou.

Amorim disse ainda que o decreto assinado pelo presidente Lula “não afetará profundamente a relação [do Irã] com o Brasil”.

O presidente Lula mediou o acordo para transferência de urânio levemente enriquecido do Irã para a Turquia, como meio de a comunidade internacional apoiar o programa nuclear iraniano. Mas a proposta foi rejeitada pela maioria dos países. Lula é um dos defensores do direito de o Irã ter tecnologia própria na área nuclear com fins pacíficos.

Apenas o Brasil e a Turquia votaram contra as sanções ao Irã no Conselho de Segurança das Nações Unidas, em junho. Doze países apoiaram as restrições, enquanto o Líbano se absteve da votação. Atualmente o Irã sofre medidas restritivas do conselho, da União Europeia, do Canadá e dos Estados Unidos.

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Brasil adere às sanções impostas pela ONU ao Irã

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