Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O artista renascentista Michelangelo Buonarroti se inspirou em bordeis italianos para pintar algumas das formas e modelos dos afrescos da Capela Sistina, defendeu a estudiosa Elena Lazzarini em artigo publicado nesta sexta-feira (12/11) no jornal italiano Corriere della Sera.

De acordo com a estudiosa italiana, muitos dos fiéis e dos condenados que fazem parte dos afrescos são retratados em situações obscenas.

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“Um condenado, por exemplo, é conduzido ao inferno agarrado pelos testículos além dos beijos e abraços ambíguos, claramente tendendo à homossexualidade”, explicou a estudiosa.

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Lazzarini acrescenta que os corpos masculinos que compõem a pintura do Juízo Final correspondem à aparência física de peões retratados durante o trabalho, com os músculos à mostra e com o cansaço e o esforço refletidos em seus rostos.

Conforme a especialista, os artistas renascentistas italianos frequentavam os espaços, que eram numerosos durante o século XVI na Itália e, em particular em Roma.

“Eles frequentavam as casas de banho para tratamentos de beleza e de hidroterapia e, em alguns deles eram também pontos de prostituição masculina e feminina”, explicou Lazzarini.

A imponente cena do Juízo Final foi pintada por Michelangelo entre 1536 e 1541 para decorar a parede que se encontra atrás do altar da capela.

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Bordéis inspiraram modelos de afrescos da Capela Sistina, diz especialista

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