Bolsas no mundo encerram o mês em tendências variadas
Bolsas no mundo encerram o mês em tendências variadas
As principais bolsas do mundo seguiram tendências diferentes no último pregão do mês de novembro, enquanto o mercado ainda se recupera do abalo causado pela situação em Dubai. O Dow Jones, principal indicador de Wall Street, fechou com alta de 0,34%, e o Nasdaq, da bolsa eletrônica, teve desvalorização de 0,11%. A bolsa de Santiago fechou com alta de 1,002%; e a Bolsa Mexicana de Valores subiu 0,59%. Seguindo rumo contrário, a bolsa de Buenos Aires fechou em baixa de 1,89% e a Bovespa teve leve baixa, caindo 0,06% e fechando aos 67.044,44 pontos. O giro financeiro somou 8,465 bilhões de reais.
Apesar do resultado negativo do dia, a Bovespa teve um acumulado positivo em novembro, o quinto mês consecutivo de ganhos, e a maior alta mensal do período. Este mês fechou com ganho de 8,94% e, em 2009, a alta acumulada é de 78,55%.
As preocupações estão menores em relação à semana passada, quando foi feito o anúncio da moratória de Dubai, porque durante o fim de semana o banco central dos Emirados Árabes Unidos afirmou que dará suporte aos credores do país que correm risco de prejuízo.
Nos Estados Unidos, as preocupações com a inadimplência em Dubai não foram o único foco dos economistas. O Instituto para Gestão da Oferta divulgou que o índice de atividade dos gerentes de compras de Chicago subiu de 54,2 em outubro para 56,1 em novembro, superando a previsão de analistas, que era de queda para 53,5. O dado mostrou expansão da atividade pelo segundo mês consecutivo.
No mercado brasileiro, uma notícia foi a previsão do ano que vem para o IPCA (Índice de Preços do Consumidor Amplo), índice que mede a inflação oficial no país. Segundo informações do boletim Focus, a projeção para 2010 passou de 4,43% para 4,45%.
O dólar comercial voltou a subir e fechou o dia em alta de 0,57%, cotado a 1,752 real para compra e a 1,754 real para venda.
Pelo mundo
Os índices das principais bolsas europeias fecharam em baixa hoje, pressionados pela dívida de Dubai. Os investidores temem que os bancos europeus possam ter exposição aos bônus dos Emirados Árabes Unidos.
Em Londres, o índice FT-100 caiu 1,05%; em Paris, o índice CAC-40 caiu 1,11%; em Frankfurt, o Dax-30 caiu 1,05%.
A bolsa de valores de Dubai encerrou a segunda-feira em forte queda de 7,3%, a maior desde 8 de outubro de 2008, depois do anúncio de um adiamento no pagamento de bilhões de dólares em dívida. Já o mercado acionário de Abu Dhabi, outro emirado que forma os Emirados Árabes Unidos, despencou 8,3% – a maior perda diária da história do índice.
A exposição dos bancos aos Emirados Árabes Unidos somavam 123 bilhões de dólares no final de junho, de acordo com uma estimativa feita pela Brown Brothers Harriman. Desse total, os bancos europeus possuem 72%, sendo que a França e a Alemanha respondem cada uma por cerca de 9%. O Reino Unido é o maior credor, com uma parcela de 41%, segundo a consultoria.
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