Domingo, 5 de abril de 2026
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Em um dia positivo, impulsionado pelo preço das commodities no mercado internacional, a BM&F Bovespa fechou o pregão em alta de 1,59% e passou novamente dos 61 mil pontos (61.317). Apesar disso, o giro financeiro foi considerado baixo: 3,91 bilhões de reais, o menor desde 10 de julho.

A valorização no preço de matérias-primas, em especial do petróleo, ajudou as ações da Petrobras e da Vale, que subiram 2,28% e 1,46%, respectivamente.

Os papéis de bancos também tiveram bom desempenho, a exemplo de Itaú Unibanco (2,22%) e Bradesco (1,90%), assim como o segmento de construção civil construção civil, com destaque para a Gafisa (3,35%).

A maior alta do Ibovespa hoje foi alcançada pela própria BM&F Bovespa, com crescimento de 4,69%. As perdas foram lideradas pelos papéis preferenciais da Copel, que recuaram 0,96%.

O resultado no Brasil também foi reflexo das bolsas norte-americanas. Em Wall Street, fusões e aquisições entre empresas de tecnologia e farmacêuticas animaram investidores. O Dow Jones cresceu 1,28%, para 9.789 pontos. O Standard & Poor’s 500 avançou 1,78%, para 1.062 pontos. Já o Nasdaq teve ganhos de 1,90%, a 2.130 pontos.

Um dos maiores negócios anunciados hoje foi a aquisição da Xerox, que pagará 6,4 bilhões de dólares pela empresa de serviços de informação e terceirização Affiliated Computer Services Inc. (ACS).

Outra notícia bem aceita no mercado foi a de que belga Solvay vai vender suas atividades de fabricação de medicamentos para a concorrente norte-americana Abbott Laboratories, por 6,572 bilhões de dólares.

A Johnson & Johnson também anunciou a aquisição de 18,1% na companhia holandesa de biotecnologia Crucell por 440 milhões de dólares.

América Latina

No mercado latino-americano, a maior parte das bolsas teve crescimento. No México, o índice BMV fechou em alta de 2,23%, para 29.401 pontos, num giro financeiro de 6,553 bilhões de pesos (cerca de 485 milhões de dólares).

Na Argentina, o índice Merval, da Bolsa de Buenos Aires, teve ganhos de 2,78%, para 2.072 pontos. O Índice Geral da Bolsa subiu 2,28%, enquanto o Merval 25 cresceu 2,73%. O giro financeiro em ações foi de 47,6 milhões de pesos (cerca de 12 milhões de dólares). Entre as ações que fazem parte do Merval, tiveram forte alta as de Edenor (4,29%), Aluar (1,49%) e da companhia petrolífera APBR (2,35%).

O Índice Geral da Bolsa de Valores da Colômbia (IGBC), em Bogotá, também subiu 1,68%, para 11.264 pontos.

No caminho oposto, o índice IBC, da Bolsa de Caracas, teve queda de 0,30%, para 51.669,86 pontos.

Mercado europeu



As notícias sobre fusões e aquisições no mercado norte-americano também impulsionaram as bolsas europeias. O índice Ibex-35 da Bolsa de Madri subiu 247,40 pontos (2,12%) e fechou a 11.900 pontos. Paris teve ganhos de 2,30% em seu principal indicador, o CAC-40, que alcançou 3.825 pontos.

O mesmo caminho seguiu Milão (1,63%) no índice FTSE MIB, com 23.478 pontos.Já o índice geral FTSE Itália All-Share avançou 1,5%, para 23.939 pontos. O FTSE-100 de Londres fechou em alta de de 1,64%, com 5.165 pontos, e o FTSE-250 subiu 1,20%, para 9.169 pontos.

Finalmente, o índice DAX 30 da Bolsa de Frankfurt fechou com valorização de 2,78%, fixado em 5.736 pontos.

Ásia em baixa

Na contramão, as bolsas asiáticas fecharam em queda nesta segunda-feira (28) depois de o iene japonês avançar ao maior nível em oito meses em comparação com o dólar, o que prejudica as exportações da segunda maior economia do mundo.

O índice japonês caiu 2,5%, a 10.009 pontos. A bolsa de Hong Kong perdeu 2,%, enquanto o mercado de Xangai exibiu baixa de 2,65%.

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