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O ministro da Educação boliviano, Roberto Aguilar, afirmou neste domingo (12/9) que deverão ser incorporadas ao currículo escolar políticas contra a discriminação e o racismo, como uma forma de prevenir essas formas de exclusão e para fomentar os princípios e valores bolivianos.

“No contexto da educação, e do ponto de vista constitucional, estamos analisando incorporar os componentes contrários à discriminação e ao racismo como princípios e valores de todos os bolivianos”, afirmou em entrevista à ABI (Agência Boliviana de Informação).

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Aguilar explicou que serão implementados programas curriculares e extracurriculares, através de uma série de atividades “que mostrem que um dos princípios fundamentais é o respeito”.

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Crescimento do racismo

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Em 2009, um estudo feito na Bolívia indicou que 66% dos bolivianos considera que as práticas racistas no dia a dia se acentuaram nos últimos anos. A avaliação, realizada pela empresa Ipsos Apoio Opinião e Mercado, revelou ainda que as pessoas questionadas atribuíam o aumento do racismo ao “crescimento do ódio” entre cidadãos do leste e do oeste do país (11%), à “distinção do governo entre leste e oeste” (10%) ou à “gente rica, que se crê superior à pobre” (5%).

As mais discriminadas são as mulheres indígenas e pobres, segundo afirma a pesquisa. De acordo com Mencias, em geral, as práticas racistas estão associadas à origem étnica, à condição econômica e ao sexo, por isso as mais discriminadas são as mulheres pobres e indígenas.

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Bolívia pretende incluir políticas contra racismo e discriminação em currículo escolar

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