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O governo da Bolívia anunciou neste domingo (26/12) um aumento de 57% a 82% no preço dos principais combustíveis, que estavam congelados há sete anos. O vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, e o conselho de Ministros informaram no Palácio de Governo sobre o novo custo da gasolina e do diesel, além de medidas para diminuir o impacto da decisão na economia familiar.

“Não podemos continuar subvencionando nem os contrabandistas nem os poderosos, que têm cinco ou seis carros. O que queremos é usar esse dinheiro que sobrará em benefício dos bolivianos, dos mais necessitados”, afirmou García Linera, de acordo com a ABI (Agência Boliviana de Informação).

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O vice-presidente explicou que o decreto incrementa o preço dos combustíveis “líquidos”, entre eles, o diesel, a gasolina, a gasolina especial, a gasolina de aviação. Os tipos de combustível a gás estão excluídos da medida. De acordo com García Linera o preço da gasolina comum subirá de 3,74 bolivianos (R$ 0,90) para 6,47 bolivianos (R$ 1,55). A gasolina aditivada passará de 4,79 (R$ 1,15) para 7,51 bolivianos (R$ 1,80), um incremento de 57% e o diesel, que custa 3,72 (R$ 0,89), ficará em 6,80 bolivianos (R$ 1,63), “um aumento de 82%”.

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“Estamos nivelando os preços, não podemos manter preços baixos na Bolívia e no exterior, altos, porque assim toda nossa gasolina e diesel sai do país rapidamente. Tentamos proteger o combustível do contrabando, mobilizamos as forças armadas, fizemos de tudo, mas é impossível controlar”, argumentou o vice-presidente.

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Bolívia aumenta em até 82% preço dos combustíveis

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