Segunda-feira, 18 de maio de 2026
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O governo da Bolívia ameaçou nesta semana proibir a venda de Coca-Cola após a EMBOL, empresa que distribui e comercializa o refrigerante no país, subir em até 12% o custo de seus produtos. A EMBOL é uma subsidiária da chilena Coca-Cola Embonor S.A., que produz o refrigerante na América Latina. 

Efe



Morales apresenta à imprensa refrigerante e salgados feitos a partir da folha de coca

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O diretor-executivo da Autoridade de Fiscalização e Controle Social de Empresas, Óscar Cámara, declarou neste domingo (16/01) à imprensa estatal que fará uma auditoria “rigorosa, com lupa” na EMBOL. “Vamos auditar todas as movimentações financeiras, investimentos, registos […]. Eu sei que vou ter problemas com a EMBOL porque não estou falando de uma empresa da esquina, mas de uma empresa transnacional”, afirmou Câmara à ABI (Agência Boliviana de Informação).

“E se tivermos que sancionar [a empresa] economicamente, nós o faremos, se tivermos que sancionar administrativamente com o cancelamento da matrícula comercial, também o faremos”, declarou. 

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Segundo a imprensa, nesta semana a EMBOL elevou entre 8% e 12% o custo de seus produtos devido ao aumento no preço do açúcar e das garrafas plásticas.

O governo de Evo Morales acusa a Coca-Cola de se aproveitar da escassez do açúcar para justificar o aumento, apesar de ter acumulado uma grande quantidade do produto com um custo subvencionado.

 

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Bolívia ameaça proibir venda de Coca-Cola após aumento de preço

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