Bernanke: "EUA não crescem o bastante para derrubar desemprego"
Bernanke: "EUA não crescem o bastante para derrubar desemprego"
O presidente do banco central dos Estados Unidos, Ben Bernanke, disse que o país não está crescendo em ritmo rápido o bastante para reduzir o desemprego “de forma significativa”, nesta sexta-feira (7/1).
Segundo o texto do discurso que o presidente do Federal Reserve (Fed) pronunciará em breve no senado dos EUA, Bernanke defende o plano de compra de bônus de 600 bilhões de dólares do banco central que considera necessário. Para ele, serão necessários anos para que o desemprego – atualmente em 9,4%, como divulgado hoje – volte a níveis normais.
Leia mais:
Desemprego nos EUA cai ao nível mais baixo desde 2009
Um em cada cinco jovens do Primeiro Mundo não terá trabalho em 2012, prevê relatório
Estudo mostra sinais de recuperação das taxas de desemprego na União Europeia
FMI diz que fragilidade econômica nos países avançados continuará em 2011
“A recuperação econômica que começou há um ano e meio continua, embora, por enquanto, a uma taxa que é insuficiente para reduzir de forma significativa a taxa de desemprego”, destacou.
Bernanke se mostrou moderadamente otimista, ao afirmar que ultimamente existem “crescentes sinais” de que a recuperação, tanto do consumo quanto da despesa das empresas, está se consolidando. Ele destacou que a despesa real dos consumidores aumentou a uma taxa anual de 2,5% no terceiro trimestre de 2010 e acrescentou que os indicadores disponíveis sugerem que provavelmente avançou a um ritmo maior no quarto trimestre. Ressaltou também que, apesar de sinais positivos, o setor imobiliário continua “deprimido” devido ao ainda elevado número de imóveis vazios no mercado.
“Em conjunto, parece provável que o ritmo da recuperação econômica será moderadamente mais robusto em 2011 que em 2010”, disse o presidente do Fed.
Siga o Opera Mundi no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
NULL
NULL
NULL























