Sábado, 16 de maio de 2026
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O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, declarou nesta quarta-feira (15/12) que pretende aproximar aos poucos os parlamentares que possam ter discordâncias com seus partidos como uma estratégia para ampliar a maioria governista no Legislativo.

  

Ontem, a moção de desconfiança ao governo foi barrada na Câmara dos Deputados por uma diferença de três votos e só foi possível graças à mudança de posição de das deputadas Maria Grazia Siliquini e Catia Polidori, que pertencem ao Futuro e Liberdade para a Itália (FLI), liderada pelo ex-aliado político de Berlusconi e presidente da casa legislativa, Gianfranco Fini.

  

Frente à estreita vantagem, o primeiro-ministro italiano afirmou que seu governo aumentará aos poucos a maioria com parlamentares que possam se somar àqueles que lhe votaram na confiança ao governo na quarta-feira (14/12).

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Ele explicou que sai principal ideia não é agregar um bloco dos parlamentares da União Democrática de Centro (UDC), liderada por Pierferdinando Casini, mas sim uma abertura para “deputados, individualmente, que militam em partidos dos quais já não compartilham com a linha” política.

  

A UDC, junto com o FLI e um outro partido opositor, o Aliança para a Itália, foram os responsáveis por apresentar a moção de desconfiança à Câmara dos Deputados. Um dia antes da votação, Berlusconi propôs um “pacto de legislatura para todas as forças moderadas presentes no Parlamento”.

  

O premier reiterou hoje, em uma entrevista por telefone a uma rádio italiana, que sua vitória foi também política, em resposta à crítica de Fini, que lidera um grupo dissidente do governismo chamado Futuro e Liberdade para a Itália (FLI).

  

Ontem, Fini disse que a vitória do premier havia sido apenas “numérica”, mas não política, por conta da pequena vantagem, e atestou que com esta diferença o chefe do Executivo teria dificuldades.

  

Berlusconi ainda negou a possibilidade de crescimento de uma terceira força política de relevância no país. “Após a votação de ontem [das moções de confiança no Parlamento], a hipótese de um terceiro pólo não tem mais perspectivas”, atestou.

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