Sábado, 16 de maio de 2026
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O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, propôs nesta segunda-feira (13/12) um novo pacto de legislatura com todas as forças moderadas caso seu governo seja bem-sucedido nas votações decisivas que enfrentará nesta terça-feira (14/12) no Parlamento.

Recebido com aplausos por membros de seu partido, Berlusconi defendeu no Senado, onde amanhã será votada uma moção de confiança ao seu Executivo, que se faça o possível para evitar que a Itália chegue a uma crise política da qual, segundo disse, não se conhecem as possíveis consequências.

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Além disso, em seu discurso o governante também apelou aos deputados do grupo Futuro e Liberdade (FLI), liderado por Gianfranco Fini e fruto de uma cisão do governista Povo da Liberdade (PDL), que não traiam a vontade expressada em abril de 2008 nas eleições gerais e que formaram uma maioria de centro-direita.

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Em discurso moderado que se prolongou por cerca de 40 minutos, Berlusconi ressaltou a necessidade de um “governo eficiente” e de uma “cooperação institucional ampla” e assegurou que “o único caminho possível é o de renovar a confiança no atual Executivo por um sentido de responsabilidade nacional”.

O primeiro-ministro manifestou sua disposição para que se abra um “novo pacto de legislatura, renovando aquilo que seja necessário tanto no programa como na coordenação do governo” e brindou a possibilidade de ampliar a maioria conservadora com novas forças políticas “a partir de todas aquelas que já são reconhecidas dentro do Partido Popular Europeu”.

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“De minha parte, considero que é minha responsabilidade não deixar de lado nenhuma possibilidade de diálogo com a oposição e que é minha responsabilidade recompor a unidade e a aliança de todas as forças moderadas que estiveram na origem de nosso compromisso e que hoje encontramos, além de no PDL, nas fileiras da Liga Norte, FLI e o UDC”, manifestou.

Na tarde desta segunda-feira a oposição exporá os argumentos da moção de censura na Câmara dos Deputados.

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Berlusconi alerta para crise e oferece acordo à oposição

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