Quinta-feira, 23 de abril de 2026
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A presidente do Chile, Michele Bachelet, pediu em mensagem transmitida em cadeia nacional que o povo chileno mantenha a calma frente ao terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu o país na madrugada de hoje (27).

“Ainda não é possível saber a completamente magnitude dessa catástrofe. A avaliação do impacto efetivo desse evento só será possível nas próximas 48, 72 horas”, afirmou Bachelet. “As forças da natureza bateram duramente em nossa pátria e mais uma vez põem a toda prova nossa capacidade para enfrentar as adversidades e nos colocarmos de pé.” 

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As informações reunidas até agora pelo governo dão conta de 214 mortos, 15 pessoas desaparecidas, cerca de dois milhões de desabrigados e ao redor de um milhão e meio de chilenos que tiveram suas casas danificadas, além de hospitais, a infraestrutura viária, portuária e aeroportuária.

Bachelet também afirmou que “em nome de todos os chilenos e chilenas, quero manifestar meu mais profundo sentimento de pesar a todos os familiares das vítimas”.

Medidas de emergência

O governo declarou como zona de catástrofe todo o território afetado pelo terremoto. O início do ano escolar foi postergado para 3 de março, pois as autoridades avaliam as condições das escolas.

O chefe da polícia, Eduardo Gordon, informou que a vigilância em todo o país foi aumentada, para que a população não sofra mais danos. O objetivo é o de prevenir saques e roubos em estabelecimentos destruídos, situações que foram registradas em Valparaíso.

A subsecretária de Saúde, Jeanette Vega, disse que na região metropolitana de Santiago o ministério habilitou 180 tendas de emergência para atender as necessidades dos feridos. Vega enfatizou que todos os pacientes estão sendo atendidos, inclusive nas ruas. 

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Bachelet pede calma à população e diz que terremoto afetou 2 milhões de pessoas

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