Quinta-feira, 23 de abril de 2026
APOIE
Menu

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, manteve sua popularidade em alta com uma aprovação de 84% mesmo depois do terremoto de 8,8 graus na escala Richter que atingiu o país no dia 27 de fevereiro. O dado foi apresentado hoje (9) pela consultora independente Adimark Gfk, que realizou a pesquisa entre os dias 3 e 6 de março.

“No levantamento anterior, finalizado pouco antes do terremoto [em 24 de fevereiro], o resultado foi que 84% dos chilenos aprovavam a gestão da presidente. Passado o terremoto, a aprovação foi idêntica: 84% de aprovação. A presidente Bachelet sai intocável da hecatombe”, analisou o titular da consultora, Roberto Méndez.

Leia também:

Opinião: Solidariedade dos chilenos é mais ágil que o Estado

Forças militares chilenas continuarão nas zonas de catástrofe

Piñera prepara plano de austeridade financeira e alinhava acordos políticos

De acordo com Méndez, “a administração específica no que diz respeito à emergência é um pouco inferior, mas positiva, de 75%”.

Apenas dois dados se alteraram em comparação ao período anterior ao abalo sísmico. Atualmente, Bachelet passou a ser “querida” por 96% dos chilenos, índice três pontos percentuais superior ao do levantamento anterior. Em relação à “capacidade” da mandatária para “enfrentar situações de crise”, o resultado caiu de 86% para 83%.

Futuro

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre as expectativas para o governo do presidente eleito, Sebastián Piñera. Depois do terremoto, 56% dos chilenos acreditam que o sucessor de Bachelet se sairá “bem ou muito bem”, enquanto 3% esperam uma administração “má ou muito má”. Antes da catástrofe, esse último índice era de 10%.

Piñera, que colocará fim a 20 anos de governos consecutivos da coalizão Concertación, assume o cargo na próxima quinta-feira (11).

Siga o Opera Mundi no Twitter

Bachelet mantém aprovação de 84% após terremoto

NULL

NULL

NULL