Sábado, 16 de maio de 2026
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Cinco pessoas morreram nas últimas 24 horas em uma série de ataques armados na região sul da Tailândia, assolada pelo conflito separatista muçulmano, informou a polícia neste sábado (18/12).

Dos mortos, dois eram soldados encarregados de escoltar os monges budistas que todas as manhãs pedem doações à população. Os militares foram assassinados a golpes de machete e seus corpos foram encontrados na província de Yala.

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No local também foram encontrados os corpos de dois civis sem identificação.Um deles estava de camiseta de um regimento local do exército e o outro, um uniforme de uma escola muçulmana, segundo policiais.

Além disso, um suposto guerrilheiro morreu na noite de sexta-feira após um tiroteio contra as tropas governamentais na vizinha província de Pattani, que feriu um soldado e um adolescente de 13 anos.

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Os ataques com armas leves, assassinatos e explosivos acontecem quase diariamente em Pattani, Narathiwat e Yala, apesar dos 31 mil membros das forças de segurança destacados na região e da declaração de estado de exceção.

Quase 4.200 pessoas morreram devido à violência no sul da Tailândia desde que o movimento separatista islâmico retomou a luta armada, em janeiro de 2004. A guerrilha denuncia a discriminação que a minoria muçulmana sofre por parte da maioria budista do país. Eles exigem a criação de um estado islâmico nas três províncias de maioria muçulmana, que formavam o antigo sultanato de Pattani quando foram anexadas, há um século, pelo Reino do Sião (atual Tailândia). 

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Ataques armados na Tailândia deixam 5 mortos

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