Sábado, 16 de maio de 2026
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O cantor norte-americano Jim
Morrison, ex-integrante da banda The Doors, recebeu na noite desta quinta-feira (9/12) uma anistia póstuma por crimes de
atentado ao pudor pelos quais foi condenado anos antes de morrer, em
1971.

O governador da Flórida, Charlie Crist,
apresentou hoje o pedido de anulação do processo a um Conselho de
Clemência estatal para que, como querem os fãs da banda, o artista
fique livre das acusações que pesam sob ele.

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O conselho, integrado pelo governador do estado e por outros três
funcionários estatais, aprovou por unanimidade o pedido.

“Neste caso, culpado ou inocente, está nas mãos de Deus, não nas nossas. É por isso que hoje peço aos meus colegas o perdão para Jim Morrison”, disse o governador ao apresentar a proposta, que foi aprovada com votos favoráveis dos quatro membros do mencionado Conselho.

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James Douglas Morrison, nascido em Melbourne, na
Flórida, foi acusado de exibir seu pênis, de profanar a moral
pública e outros crimes de atentado ao pudor cometidos durante um
show em Coconut Groove, sul de Miami, em 1969.

Com testemunhos que negavam o ocorrido e outros
que o confirmavam, um tribunal de Miami o condenou a seis meses de
prisão, mas o cantor apelou da condenação e pagou uma fiança para
evitar ir para a cadeia.

Para integrantes da banda, a luta pelo perdão a
Morrison não é uma disputa jurídica, mas sim uma luta cultural. “A
batalha daquele tempo era a mesma de hoje em dia”, disse Ray
Manzarek, tecladista do The Doors ao jornal The New York Times. “É
a batalha que os Estados Unidos vêm lutando”, afirmou Manzarek,
referindo-se à fama de rebelde da banda e a “proposta de
contracultura em oposição à defesa dos bons costumes”.

Enquanto lutava para provar sua inocência,
Morrison viajou para Paris, onde morreu, em julho de 1971, aos 27
anos.

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Astro de The Doors Jim Morrison recebe perdão póstumo por condenação de atentado ao pudor

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