Sábado, 16 de maio de 2026
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Julian Assange, fundador do Wikileaks, afirmou hoje (24/12) que corre o risco de ser assassinado caso seja mandando para uma prisão norte-americana, ainda que acredite ser “politicamente impossível” que o Reino Unido o extradite para o país onde é acusado de espionagem.

  

Em uma entrevista ao jornal inglês The Guardian, Assange classificou como alta a probabilidade de ser morto nos Estados Unidos – a imprensa britânica especula que Washington avalia pedir sua extradição.

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“Tudo é uma questão política. Podemos presumir que haverá uma tentativa de influenciar a opinião britânica, e influenciar a percepção que se tem de mim”, afirmou. Assange disse  acreditar que seja difícil que o Reino Unido o extradite caso ele tenha apoio da população britânica.

  

Legalmente, o país “tem o direito” a não extraditá-lo por crimes políticos. Há uma semana o australiano conseguiu liberdade condicional mediante pagamento de fiança no Reino Unido. O pedido de extradição feito pela Suécia, onde é acusado de crimes sexuais, foi negado.

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