Sábado, 9 de maio de 2026
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O ex-presidente da Argentina, Mauricio Macri, anunciou no domingo (26/03) em suas redes sociais que não participará das próximas eleições presidenciais. Macri afirmou que o país está “à deriva” e criticou as “lideranças paternalistas”, mas ressaltou que não irá concorrer ao pleito.

“Não serei candidato nas próximas eleições. E o faço convicto de que devemos ampliar o espaço político para a mudança que iniciamos”, comunicou no vídeo.

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O ex-presidente ainda disse confiar que “não seremos mais pisoteados pelo populismo”.

Durante seu mandato (2015-2019), a Argentina contraiu um empréstimo de US$ 45 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e se alinhou com ajustes econômicos da austeridade.

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Em vídeo nas redes sociais, ex-presidente critica a liderança do país, mas diz que não será candidato

Wikicommons

Ex-presidente da Argentina Mauricio Macri governou país latino-americano de 2015 a 2019

De acordo com pesquisa da Zuban Córdoba y Asociados, lançada na última semana de janeiro, 68,4% dos entrevistados afirmaram que “jamais votariam” em Macri, rejeição que só é superada pela do atual presidente Alberto Fernández, com 80,7%.

Os dois candidatos que lideram a pesquisa de intenção de voto são a ex-presidenta e atual vice, Cristina Kirchner – que sofre um processo judicial e já declarou que não irá concorrer às eleições deste ano – e o ministro da Economia, Sergio Massa. A primeira etapa do processo de escolha do novo mandatário argentino acontecerá no dia 22 de outubro e, um eventual segundo turno, em 19 de novembro.