Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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O governo argentino deu nesta quarta-feira (16/02) mais um passo no conflito aberto com os Estados Unidos a respeito da apreensão de parte da carga de um avião militar americano. Em entrevista, o chefe de gabinete Aníbal Fernández afirmou que as leis do país consideram a possibilidade de destruir o material considerado ilegal.

O Código Alfandegário argentino assinala que “caso se declarar uma importação e transportar outro material, é atribuição da alfândega confiscá-lo e dispor dele até chegar a sua própria destruição”, afirmou Fernández em declarações à emissora oficial “Rádio Nacional”.

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Fernández apontou que o avião militar americano cometeu uma “infração alfandegária” ao entrar no país com material não declarado e insistiu que a Argentina “há de cumprir a lei no marco da soberania nacional”.

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Segundo a versão argentina, o avião cargueiro C-17 Globemaster III norte-americano trazia materiais que seriam utilizados em um treinamento para o resgate de reféns oferecido pelo governo dos Estados Unidos ao Grupo Especial de Operações Especiais da Polícia Federal Argentina (GEOF).

Entretanto, os itens apreendidos não teriam sido declarados pela embaixada americana na especificação do material que seria utilizado no curso.

Entre os itens confiscados estariam material para interceptar comunicações, vários GPS, equipamentos tecnológicos com mensagens secretas codificadas e um baú com muitos remédios vencidos, entre eles morfina. Ao todo, a suposta carga, que não coincide com o material declarado pela Embaixada dos Estados Unidos, ocupava um volume de 28 m3.

Do outro lado, os Estados Unidos reivindicaram a devolução do material e seu governo diz estar “perplexo” pelo incidente diplomático.

O treinamento foi cancelado e o avião da Força Aérea americana deixou o país.

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Argentina cogita destruir material apreendido de avião militar dos EUA

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