Sexta-feira, 15 de maio de 2026
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O Ministério das Relações Exteriores saudita anunciou nesta sexta-feira (26/11) a prisão de 149 pessoas supostamente vinculadas à rede terrorista Al-Qaeda na Arábia Saudita.

Em entrevista coletiva retransmitida pelo canal de TV saudita Al-Arabiya, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, o general Mansur al-Turki, explicou que os presos pertenciam a 19 células da Al-Qaeda que pretendiam atacar políticos, prédios militares e jornalistas.

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Segundo Turki, estes grupos pretendiam atentar contra diretores políticos e de segurança, jornalistas, prédios militares e instalações petrolíferas. Ele acrescentou que entre os presos há 25 estrangeiros, cuja nacionalidade não especificou, enquanto o resto são de nacionalidade saudita.

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Além disso, o porta-voz, que explicou que foram frustrados 10 atentados terroristas “iminentes”, ressaltou que tinham sido apreendidos 2,4 milhões de reais sauditas (cerca de de dólares 640 mil). A busca por mais suspeitos continua.

Entusiasmo

Entre as diferentes células, algumas se encarregavam de arrecadar fundos para a rede terrorista, tanto dentro como fora do país, da comunicação entre os membros dentro do território nacional e no estrangeiro, ou de facilitar o envio de militantes a outros estados.

Outras células, sempre segundo Turki, se ocupavam de recrutar pessoas para integrá-las nesta rede terrorista dirigida pelo saudita de origem iemenita, Osama bin Laden, que se encontra em paradeiro desconhecido.

Entre os presos há também vários instrutores especializados no uso de explosivos e de armas de diverso calibre, segundo disse Turki, que assegurou que Al-Qaeda se aproveita “do entusiasmo dos sauditas em contribuir em obras benéficas” para arrecadar fundos.

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Arábia Saudita anuncia prisão de 149 suspeitos da Al-Qaeda

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