Terça-feira, 12 de maio de 2026
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Após mais de um mês, trabalhadores das refinarias e do principal porto petrolífero da França votaram nesta sexta-feira (29/10) pelo encerramento da greve contra o novo regime de reformas aprovado pelo governo.

Em greve ha 33 dias, os trabalhadores do porto de Fos-Lavera, em Marselha, iniciaram os protestos por questões locais de condições de trabalho e posteriormente uniram-se às manifestações anti-reforma da previdência que aconteceram em todo o país. “Hoje uma série de elementou tornou possível propor aos trabalhadores o retorno ao trabalho”, afirmou Pascal Galeote, um dos líderes da mobilização.

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A decisão, segundo o ministro de Energia, Jean-Louis Borloo, acelera a normalização da crise de combustíveis que o país vive. “Até a metade da próxima semana a situação deve estar completamente normalizada”, disse.

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Os dias consecutivos de greves e protestos por toda a França não foram suficientes para impedir que o Parlamento aprovasse a reforma, que entre os pontos mais polêmicos tem o aumento da idade mínima para a solicitação da aposentadoria. Para entrar em vigor o projeto deve passar agora  por um conselho para determinar se é constitucional ou não e posteriormente pela aprovação do presidente, Nicolas Sarkosy.

Mais cedo, Sarkosy disse compreender os receios da população em torno das reformas, disse que “atenderá” esses temores, mas garantiu que aprovará a reforma.

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Após 33 dias, trabalhadores encerram greve na França

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