Quarta-feira, 20 de maio de 2026
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Em comunicado emitido em Londres, a Anistia Internacional (AI) condenou a “violenta repressão” das forças de segurança iemenitas aos protestos que eclodiram no país inspirados nas manifestações na Tunísia e no Egito.

Agentes das forças de segurança, tanto vestidos de uniforme como à paisana, atacaram no domingo na capital Sana, supostamente com cassetetes elétricos, cerca de duas mil pessoas que se manifestavam pacificamente. Um dia depois, mais manifestantes foram agredidos na capital e em Taizz, denunciou a ONG.

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“Horrorizam-nos as informações sobre ataques violentos a pacíficos manifestantes pelas forças de segurança”, assinalou a ONG, que apela no comunicado para que o governo iemenita “ponha freio imediato” nesses atropelos dos direitos humanos.

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O advogado Khaled al-Ansi contou à AI que as forças de segurança iemenitas o atacaram com cassetetes elétricos na manifestação de domingo em Sana e que ouviu outros manifestantes gritando “eletricidade!” enquanto eram espancados.

“Não deve ser permitido o uso de cassetetes elétricos por parte das forças de segurança iemenitas, dada a persistência das práticas de tortura no país, pois aquelas podem facilmente abusar delas”, adverte Philip Luther, diretor-adjunto da AI para o Oriente Médio e o Norte da África.

Segundo testemunhos recolhidos pela AI, mais de 120 pessoas foram detidas nas manifestações que aconteceram na rua Tahrir da cidade de Taizz durante o fim de semana para celebrar as mudanças ocorridas no Egito.

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Anistia Internacional condena repressão violenta dos protestos no Iêmen

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