Segunda-feira, 15 de junho de 2026
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O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, almirante Mike Mullen, disse neste domingo (20/03) que a operação militar “Odisseia do Amanhecer”, iniciada no sábado (19/03), conseguiu impor uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia. Mullen explicou em declarações à CNN que os ataques aéreos e marítimos realizados por EUA, França e Reino Unido impuseram com sucesso a medida contemplada pela resolução 1973 aprovada na quinta-feira (17/03) pelo Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

A OTAN (Organização do
Tratado do Atlântico Norte) considera a possibilidade de se somar à operação militar na Líbia. Os detalhes operacionais são “praticamente a última fase antes da
aplicação de um plano militar”, afirmaram fontes da OTAN à rede multiestatal TeleSur. Uma vez aprovados, “ficará pendente a decisão sobre uma intervenção militar” da OTAN, algo que ainda não se sabe se será definido nesse domingo, disseram as fontes.

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O responsável militar norte-americano indicou em outra entrevista à rede de televisão NBC que os bombardeios que começaram no sábado para anular as defesas aéreas do regime de Muamar Kadafi atingiram seus objetivos. Ele ressaltou ainda que as forças aliadas estabeleceram patrulhas de combate aéreo sobre a cidade de Benghazi, principal reduto dos rebeldes.

O chefe do Estado-Maior americano destacou que, de qualquer forma, o objetivo central da missão é proteger civis, bem como ajudar com os esforços humanitários contemplados pela resolução da ONU e não expulsar Kadafi do poder.

O Pentágono informou no sábado que navios de guerra e submarinos dos EUA e Reino Unido lançaram mais de 110 mísseis de cruzeiro Tomahawk contra os sistemas líbios de defesa antiaérea e atingiram mais de 20 alvos.

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Aliados confirmam estabelecimento de zona de exclusão aérea na Líbia

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