Al Jazeera divulga imagens de corpos mutilados em Benghazi
Al Jazeera divulga imagens de corpos mutilados em Benghazi
A rede de televisão árabe Al Jazeera divulgou nesta segunda-feira (21/02) fotos e vídeos de corpos mutilados que pertencem a civis assassinados no domingo em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia.
Algumas dessas imagens foram feitas em lugares que parecem necrotérios, enquanto outras mostram corpos ou partes deles em uma espécie de floresta.
Um dos corpos, jogado em uma maca, apresenta grandes feridas no abdômen e a vítima parece ter sido estripada.
Outras imagens mostram corpos totalmente carbonizados, crivados de balas, mutilados e esquartejados.
Leia mais:
Ministro líbio exige que Kadafi deixe o poder, diz Al Jazeera
Bombardeios aéreos em Trípoli deixam ao menos 250 mortos, segundo Al Jazeera
Ministro da Justiça líbio apresenta renúncia
'Líbia não é Egito nem Tunísia', diz filho de Kadafi
UE pede fim imediato da violência contra manifestantes na Líbia
França suspende exportações de material de segurança a Líbia e Bahrein
ONG Human Rights Watch contabiliza 173 mortos nos protestos na Líbia
Protestos contra o governo chegam à Líbia e manifestantes entram em choque com a polícia
Segundo a Al Jazeera, as vítimas morreram neste domingo em Benghazi, a cerca de 1,2 mil quilômetros de Trípoli, durante os enfrentamentos entre manifestantes, que pedem a queda do regime de Muamar Kadafi, há 41 anos no poder, e membros de uma brigada de forças especiais denominada Abu Ammar, encarregada da proteção do líder líbio.
A TV garantiu que possui outras fotografias e vídeos, mas que não pode divulgá-los em razão da “extrema atrocidade” de seu conteúdo.
Horas antes, um médico do hospital Jala, em Benghazi, afirmou que pelo menos 350 pessoas morreram e mais de duas mil ficaram feridas nos últimos cinco dias nesta cidade do leste de Líbia.
Indicou que os manifestantes que invadiram no domingo um quartel de Benghazi encontraram onze corpos de oficiais e soldados que poderiam ter sido executados por se negar a abrir fogo contra os civis.
De acordo com a organização Human Rights Watch (HRW), mais de 200 pessoas morreram desde quinta-feira passada em várias regiões do país.
Siga o Opera Mundi no Twitter
Conheça nossa página no Facebook
NULL
NULL
NULL























