Quarta-feira, 6 de maio de 2026
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Às vésperas de mais uma reunião para consolidar o acordo de paz entre a Venezuela e a Colômbia, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, disse nesta quinta-feira (19/8) que os dois governos devem desenvolver “um processo lento para ser seguro”. Na sexta-feira (20/8) os chanceleres de ambos os países se reúnem em Caracas, na Venezuela, para definir a composição das subcomissões que cuidarão dos temas considerados prioritários.

Em um comunicado, na sede da Presidência da República, Santos reiterou que há esforços para garantir a tranquilidade e o bom relacionamento entre a Venezuela e a Colômbia. “O que queremos é estabelecer as bases sólidas para as relações com a Venezuela estão resistindo”.

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No começo deste mês, em Santa Marta, na Venezuela, Santos e o presidente venezuelano, Hugo Chávez, firmaram um acordo encerrando o impasse que começou em junho. Na época, o então presidente colombiano, Alvaro Uribe, denunciou a existência de guerrilheiros das FARC (Forças Revolucionárias da Colômbia) e do ELN (Exército da Libertação Nacional) em território venezuelano. Chávez negou proteger os guerrilheiros e rompeu as relações diplomáticas com a Colômbia.

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Desde então, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes da região entraram em ação para evitar o agravamento da crise. Santos e Chávez definiram que para estabelecer a tranquilidade na região fronteiriça devem ser executadas ações específicas nas áreas de cooperação econômica, comercial, segurança e infraestrutura. Subcomissões dos dois países vão elaborar estas operações.  

A Colômbia envia para a Venezuela uma equipe liderada pela ministra das Relações Exteriores, Maria Angela Holguín. Mas também participam do grupo os ministros do Comércio, Indústria e Turismo, Sergio Diaz-Granados, dos Transportes, Germain Cardona, da Defesa Rodrigo Rivera, e do diretor nacional de Planejamento, Hernando José Gómez.

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Acordo de paz entre a Venezuela e a Colômbia deve ser lento e seguro, diz Santos

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