Domingo, 10 de maio de 2026
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Pouco depois das 15h de ontem (24/9), Caracas foi inundada por uma intensa chuva, que atravessou a noite. De acordo com informações oficiais, sete pessoas morreram devido às chuvas no bairro de Santa Ana de Antímano. A água também provocou 198 deslizamentos na cidade e nove pontos de alagamento. Foram registrados danos em outros estados do país, como Táchira e Vargas.

O presidente venezuelano, Hugo Chávez, pediu à população que fique alerta a riscos de desabamento e anunciou que mais de 100 moradores do bairro caraquenho de Blandín foram levados a abrigos. “São problemas herdados, não somente provocados pela natureza”, acusou o presidente, que lembrou que a chuva deve continuar hoje e neste domingo, quando serão realizadas as eleições parlamentares.

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Em alguns bairros de Caracas a população temeu viver novamente enchentes como as de dezembro de 1999, quando fortes chuvas deixaram centenas de mortos em Vargas e no norte de Caracas. “O nível de água ultrapassou a altura registrada em 1999. Ficamos em pânico”, afirmou ao jornal venezuelano El Mundo Keydi Hernández, representante do Conselho Comunal de La Trilla.

Eleições

Autoridades e membros do CNE (Conselho Nacional Eleitoral) garantiram que as chuvas não atrapalharão as eleições amanhã. A presidente do CNE, Tibisay Lucena, disse que todas as urnas foram instaladas, sem registros de problemas.

Logo após o início da chuva, um raio atingiu a sala de imprensa do CNE, onde estavam reunidos vários jornalistas acreditados para cobrir as eleições. Por medidas de segurança, foram desalojadas todas as pessoas que estavam no local, e o CNE desligou os equipamentos elétricos.



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A poucas horas das eleições, chuvas torrenciais deixam sete mortos em Caracas

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