Terça-feira, 5 de maio de 2026
APOIE
Menu

A presidente de Honduras, Xiomara Castro, inaugurou nesta quarta-feira (28/06) o Museu da Memória e da Reconciliação na antiga Casa Presidencial, localizada no centro de Tegucigalpa, 14 anos após golpe perpetrado contra o ex-presidente José Manuel Zelaya Rosales em 2009.

“Hoje, com a inauguração do Museu da Memória e da Reconciliação, criamos um espaço de reflexão, um espaço de aprendizagem, um lugar de encontro, de escuta de vozes silenciadas e de reconstrução dos valores fundamentais da criação da nossa Pátria. Construir a memória e a reconciliação é uma tarefa complexa”, declarou Castro.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

A Chefe de Estado informou que a Secretaria de Direitos Humanos formulou o projeto de instituir o Dia Nacional da Verdade, Memória e Justiça, além da aprovação de um Decreto Executivo por meio do qual o Estado assume a responsabilidade em apoiar as vítimas do golpe inconstitucional em 2009.

Em 28 de junho de 2009, ex-presidente José Manuel Zelaya Rosales sofreu um golpe militar e foi deposto

Twitter/Secretaría de Prensa de Honduras

Xiomara Castro inaugurando Museu da Memória e da Reconciliação

“Aos que com seu sacrifício nos ensinaram que a libertação de nosso país não é um presente, mas um direito que devemos defender com todas as nossas forças, estamos aqui para dizer que seus nomes ficarão gravados na memória coletiva como um símbolo de coragem e resistência”, afirmou.

“Compatriotas: juntos podemos construir a Pátria Grande, o sonho de [Francisco] Morazán, [Simón] Bolívar e [José] Martí. Honduras abre hoje seus braços fraternos para o sólido altar da justiça e do socialismo democrático que só podemos construir com base em um sistema justo e inclusivo”, concluiu a presidente.

A cerimônia também contou com a presença do ex-presidente Manuel Zelaya, da presidente da Suprema Corte de Justiça, Rebeca Raquel Obando; do ex-presidente equatoriano Rafael Correa, de representantes do Congresso Nacional e de convidados internacionais que acompanharam o povo hondurenho durante o golpe de 2009.

(*) Com TeleSUR