Quarta-feira, 27 de maio de 2026
APOIE
Menu

Foi inaugurado nesta quinta-feira (08/06), em Havana, o primeiro Observatório de Cuba sobre Igualdade de Gênero (OCIG).

Segundo o governo da ilha socialista, o novo organismo terá a missão de analisar as políticas de formação educativa e independência econômica das mulheres, e também o funcionamento dos sistemas de proteção contra a violência doméstica e outros mecanismos de combate à discriminação.

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

O evento que lançou o OCIG contou com a presença do presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, e com representantes de coletivos feministas como a Federação das Mulheres Cubanas (FMC) e o Centro de Estudos da Mulher (CEM), que deverão trabalhar junto com a nova entidade.

Mais lidas

Segundo a jornalista cubana Dixie Edith, professora do Centro de Estudos Demográficos (CEDEM), da Universidade de Havana, “a primeira versão do OCIG que hoje adquire um perfil público, constitui mais um passo dado em direção à igualdade de gênero em Cuba”.

Órgão estudará tema sobre formação e independência econômica das mulheres cubanas, assim como os sistemas de proteção e instrumentos contra discriminação

Assembleia Nacional de Cuba

Novo organismo terá a missão de analisar as políticas de formação educativa e independência econômica das mulheres

Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), os sistemas de informação sobre questões de gênero são um dos eixos fundamentais para a implementação da agenda regional neste tema.

Este mesmo organismo apresentou, em novembro de 2022, o documento “Quebrar o silêncio estatístico para alcançar a igualdade de género em 2030”, que estabelece “a necessidade de desenhar políticas públicas informadas, baseadas em sistemas de informação que evidenciem as diferenças entre homens e mulheres”, e servem para superar as desigualdades.