Sábado, 16 de maio de 2026
APOIE
Menu

Ao menos 13 palestinos, incluindo quatro crianças, morreram na manhã desta terça-feira (09/05) em decorrência de ataques aéreos israelenses na Faixa de Gaza. Segundo autoridades locais, três líderes do movimento Jihad Islâmica Palestina estão entre as vítimas. 

O Ministério da Saúde em Gaza disse que outras 20 pessoas ficarem feridas durante os ataques. De acordo com a emissora catari Al Jazeera, mais de 40 aviões israelenses realizaram bombardeios por quase duas horas na região. 

Tudo que a grande mídia não mostra, do seu jeito.

Ícone Newsletter

Newsletter

Notícias internacionais, com análise crítica e independente. Sem filtros.
Ícone WhatsApp

Canal do WhatsApp

O mundo em movimento direto no seu celular. Informação pronta para compartilhar
Ícone YouTube

OM no YouTube

Opinião, contexto e coragem jornalística. Tudo no nosso canal. Sintonize em Opera Mundi

Tais ataques ocorrem em menos de uma semana após um anúncio de cessar-fogo, que antecedeu uma escalada de violência por conta da morte Khader Adnan, preso palestino em uma penitenciária de Israel que ficou em greve de fome de 87 dias. Ele tinha 45 anos.

Na madrugada desta terça, explosões contra residências foram registradas em diversas partes de Gaza, no qual a emissora catari destaca que esses eram locais que familiares de líderes da Jihad Islâmica viviam. A organização palestina afirmou que três comandantes foram mortos durante os ataques: Jihad al-Ghannam, Khalil al-Bahtini e Tariq Izz al-Deen.

Mais lidas

Ministério da Saúde em Gaza disse que outras 20 pessoas ficarem feridas; bombardeios ocorrem em menos de uma semana após anúncio de cessar-fogo

Israel Defense Forces/ Flickr

Segundo o grupo, os comandantes foram mortos juntos com seus familiares, incluindo os filhos, no entanto o comunicado da organização não deu maiores detalhes dessas vítimas.

No lado dos israelenses, o exército de Tel Aviv disse que a “Operação Escudo e Flecha” tinha como alvo três membros da Jihad Islâmica, alegando que a organização seria a responsável por recentes foguetes disparados contra o território de Israel.

Já o Hamas, por meio de declaração do líder Ismail Haniyeh, disse que assassinar lideranças em “uma operação traiçoeira” não resultará em “mais segurança, mas sim em maior resistência”.