Segunda-feira, 11 de maio de 2026
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aceitou o pedido feito por seu homólogo da Colômbia, Gustavo Petro, para que o país seja “garantidor” das futuras conversas de paz entre as autoridades de Bogotá e o grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN).

A notícia foi confirmada oficialmente pelos governos na noite desta terça-feira (13/09) e vem após os dois países retomarem oficialmente as relações diplomáticas com a abertura das fronteiras em comum.

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Na nota oficial, Maduro ainda lembrou que a Venezuela também participou do acordo entre a Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em documento que foi assinado em 2016 e colocou fim a décadas de conflitos e mortes no país.

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Além disso, o venezuelano indicou que seu país está comprometido com a “paz, a estabilidade e a segurança na Colômbia”, pois considera que “a paz na Colômbia é sinônimo de paz na Venezuela e na América do Sul”.

Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, afirma estar comprometido com 'paz, estabilidade e segurança na Colômbia'; Caracas participou de acordo entre Bogotá e Farc em 2016

Reprodução

Venezuela e Colômbia reestabeleceram diálogos diplomáticos desde que Gustavo Petro assumiu governo colombiano em agosto

O apoio ainda foi ratificado pelo ministro da Defesa das Forças Armadas Nacionais da Venezuela, Vladimir Padrino López. “Sem paz não haverá desenvolvimento, sem desenvolvimento não haverá futuro, sem futuro não haverá vida. Aplaudo os esforços para construir a paz na Colômbia e como povo acompanhamos o presidente Maduro no seu papel de fiador. A Venezuela ama a paz. Ela é a nossa vitória!”, afirmou por meio das redes sociais.

Petro, que assumiu o governo colombiano em agosto, tinha como uma das suas promessas de campanha retomar as tratativas de paz com o ELN, paralisadas desde um ataque do grupo contra policiais em janeiro de 2019.

(*) Com Ansa e Telesur