Terça-feira, 12 de maio de 2026
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O secretário norte-americano de Estado, Antony Blinken, conversou neste domingo (31/07) com o ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, e cobrou que os responsáveis pelo assassinato da jornalista americano-palestina Shireen Abu Akleh sejam “encontrados”.

A repórter foi morta no campo de refugiados de Jenin, na Cisjordânia, enquanto acompanhava uma operação israelense na localidade em 11 de maio. Abu Akleh foi alvo de um tiro na cabeça e morreu na hora.

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O governo palestino bem como a Organização das Nações Unidas (ONU) atribuem o disparo aos soldados israelenses no local, já que não estava ocorrendo nenhum conflito no momento.

Os aliados EUA e Israel alegaram que não era possível determinar de onde o projétil partiu e que, de qualquer forma, não teria sido algo proposital. A jornalista, porém, estava devidamente identificada, com um colete azul com a palavra “press” (imprensa, em inglês) e de capacete.

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A conclusão irritou tanto os palestinos como a família de Abu Akleh, que afirma que Washington não está fazendo o suficiente para esclarecer o crime. No último dia 26, Blinken recebeu os familiares da repórter, que voltaram a cobrar uma investigação independente sobre o assassinato.

Lina Abu Akleh, sobrinha da jornalista assassinada, afirmou que “embora ele tenha assumido alguns compromissos sobre o assassinato de Shireen, ainda estamos esperando para ver se a administração vai responder de forma significativa aos nossos pedidos de justiça”. 

Segundo o Departamento de Estado, os dois ainda debateram assuntos relacionados às “ameaças à segurança” feitas pelo Irã. 

(*) Com Ansa. 

Jornalista Shireen Abu Akleh foi assassinada com um tiro na cabeça, em maio em Jenin, enquanto acompanhava uma operação israelense

Wikicommons

Manifestações ao redor do mundo pediram justiça pela morte de Shireen Abu