Domingo, 10 de maio de 2026
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A Câmara dos Deputados do Chile rejeitou nesta quinta-feira (12/12) um pedido de impeachment contra o presidente Sebastián Piñera sob a acusação de violações de direitos humanos durante os protestos que o país enfrenta.

Foram 79 votos pela permanência do presidente no cargo, enquanto outros 73 deputados votaram pelo afastamento de Piñera, que governa o país pela segunda vez e ocupa o Palácio La Moneda desde 2018. 

A oposição havia apresentado o pedido de impeachment após uma série de protestos massivos atingirem o país e casos de violência policial serem registrados. A mobilização começou contra o aumento do preço do bilhete do metrô de Santiago, que posteriormente foi revogado. Ainda assim, as manifestações continuaram e ampliaram sua pauta. 


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A violência policial foi denunciado por entes chilenos e organizações internacionais como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch.

Oposição havia apresentado o pedido de impeachment após uma série de protestos massivos atingirem o país e casos de violência policial serem registrados

Reprodução

Piñera governa o país pela segunda vez e ocupa o Palácio La Moneda desde 2018

Todavia, em uma sessão que durou cinco horas e incluiu intervenções do advogado do presidente e de uma série de parlamentares, os deputados decidiram rejeitar o impeachment.

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Todos os deputados de partido de Piñera votaram por sua permanência, assim como alguns deputados do setor mais conservador da oposição.